. APA da Azeda: prefeitura quer anular decisão da Justiça

A procuradoria de Búzios recorreu da decisão do juiz João Carlos Corrêa, que no dia 2 de janeiro concedeu liminar solicitando imediata paralisação de qualquer atividade que estivesse sendo executada na área e determinando que fossem suspensas todas as autorizações já conferidas para a construção de unidades condominiais residenciais, hoteleiras ou de qualquer outra natureza. O desembargador relator Celso Ferreira Filho tem agora dez dias para negar ou não o prosseguimento ao recurso. O procurador pede a suspensão da liminar até o julgamento do mérito.
A ação popular movida pelo ambientalista e presidente do Movimento Viva Búzios, Gabriel Gialluisi, diz que "vários apontamentos de técnicos federais (Ibama) e estaduais (Departamento de Recursos Minerais – DRM/RJ) sob forma de relatórios e pareceres técnicos, indicam a existência segura de bens ambientais e de interesse científico cuja preservação permanente necessita de eficaz proteção, e com a construção do condomínio na área sugerida pelos empreendedores, irá desnaturar o patrimônio ambiental".